NOTA DE REPÚDIO – Escola Edileusa Brasil Soares de Souza é alvo de vandalismo em Maresias

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A Prefeitura de São Sebastião, por meio da Secretaria da Educação (SEDUC), lamenta informar a ocorrência de mais um ato de vandalismo registrado na Escola Municipal Prof.ª Edileusa Brasil Soares de Souza, em Maresias, Costa Sul do município, na noite desta segunda-feira (22).

Segundo a direção escolar, os invasores picharam diversas paredes do prédio, além de causarem desordem e deterioração do patrimônio público. A mesma unidade já havia sido invadida, em outro ocorrido semelhante, na última quarta-feira (17). Os infratores tentaram estourar cadeados, arrombar portas e grades, deixando um rastro de destruição.

Para o diretor da escola Edileusa Brasil, Ricardo Fabiano de Castro, é estarrecedor chegar à escola e se deparar com atos dessa natureza. “Nos causa muita tristeza, porque nós trabalhamos para fazer da escola um lugar acolhedor, de manifestação cultural, artística e de conhecimento. Atos de vandalismo são sempre incompreensíveis e lamentamos profundamente o ocorrido, ainda assim vamos seguir trabalhando para reparar esse tipo de dano”, comentou o docente.

As ações foram registradas em boletim de ocorrência e todas as medidas legais serão tomadas. A Prefeitura de São Sebastião ressalta que repudia qualquer ato de vandalismo e convida a população a denunciar crimes praticados contra o patrimônio público. Denúncias podem ser feitas anonimamente pelos números 153 (GCM) e 181 (Disque Denúncia).

“É muito triste ver esse tipo de desrespeito acontecer, ainda mais em um momento de tantas dificuldades em razão da pandemia, e mesmo assim algumas pessoas são capazes de cometer esses crimes. Vamos seguir em frente e trabalhando muito para manter nossas escolas sempre limpas e em condições adequadas de funcionamento”, destacou Marta Braz, secretária da Educação.

Crime de Vandalismo

De acordo com o Código Penal Brasileiro, artigo 163, vandalismo é crime e o autor do delito fica sujeito à prisão e multa, por danos ao patrimônio público. A pena varia de seis meses a três anos de detenção, além de agravantes.

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